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marcos rosemberg

Marcos é um artista joalheiro nascido em 1980 na cidade de Porto Alegre (Rio Grande do Sul/Brasil). Formado em Comércio Exterior e com MBA em Negócios Internacionais, resolveu deixar de lado sua experiência acadêmica para dedicar-se com exclusividade a arte da joalheria. Desde muito cedo mostrou interesse por minerais e gemas, trabalhando por anos como artesão e utilizando materiais como alpaca, fios naturais e sementes.

Em 2006, Marcos fez um curso técnico de joalheria no SENAI-RS e logo depois montou um ateliê na sua cidade natal, onde começou a desenvolver seu trabalho plástico. Em 2007, Marcos decidiu que era hora de aprofundar sua visão estética sobre a joalheria. Mudou-se para Copenhagen (Dinamarca) e, lá, teve a oportunidade de aperfeiçoar o seu trabalho artístico estudando design de jóias no Instituto de Metais Preciosos, ao mesmo tempo em que foi aprendiz no atelier dos joalheiros Marco e Carolina Vallejo.

Marco e Carolina são joalheiros artistas reconhecidos pela originalidade dos seus trabalhos. Ambos têm como filosofia de trabalho dar maior enfoque ao processo criativo do que à obra final, que surge naturalmente como uma resposta à pesquisa plástica. Além disso, eles possuem sua própria galeria de jóias contemporâneas: “Aurum”, em Copenhagen, onde Marcos teve a oportunidade de trabalhar e aperfeiçoar suas técnicas sob a orientação de seus mestres. Foi também através dos ensinamentos de Marco e Carolina que Marcos aprendeu a desenvolver a sua expressão individual, dando vida à sua natureza criativa.

Atualmente, Marcos reside e trabalha em Porto Alegre. Ele divide o seu tempo criando peças, buscando inspiração para novas coleções, dialogando com suas obras anteriores e pesquisando novas técnicas para incorporar ao seu processo criativo.

Todas as peças que Marcos produz são únicas e feitas à mão. Sua pesquisa gira em torno de observações do mundo natural, da transitoriedade da natureza e de toda a sua beleza orgânica. O seu desejo é capturar essa beleza através do processo criativo, no qual se concentra em encontrar o equilíbrio entre o belo e o imperfeito, trabalhando  intuitivamente com o acaso.